ESTUDOS BIBLICOS







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terça-feira, julho 30, 2013

Uma visita ao calvário



Se você nunca foi ao Calvário e conheceu Jesus como seu salvador, sua vida está indo embora e se você não vir a Jesus, você vai perder a sua vida no inferno.




I. Observe as razões para a cruz. Mateus 16:21


“Desde esse tempo, começou Jesus Cristo a mostrar a seus discípulos que lhe era necessário seguir para Jerusalém e sofrer muitas coisas dos anciãos, dos principais sacerdotes e dos escribas, ser morto e ressuscitado no terceiro dia”


Por que Ele usa a palavra: "necessário"?

A. Por causa do pecado do homem. Romanos 3:23 - “Porque todos pecaram, e destituídos estão da glória de Deus;”

Porque todos pecaram, e consequentemente são igualmente impotentes e culpados.

A nossa natureza corrupta é claramente revelada quando nossas vidas são medidas pelo padrão absoluto da santidade divina. A Bíblia diz que "todos pecaram e destituídos estão da glória de Deus". Fazemos uma impressão favorável quando comparado com outros homens, mas nenhum de nós pode se levantar contra o branco puro do caráter de Cristo.

B. Por causa da separação do homem. Isaías 59:2 – “Mas as vossas iniquidades fazem separação entre vós e o vosso Deus, e os vossos pecados encobrem o seu rosto de vós, para que não vos ouça”

O problema não é com o poder de Deus, o Seu conhecimento, ou seu interesse. O problema é com as nossas iniquidades. O pecado separou você de Deus.

Deus é santo e não pode encarar o pecado, mas na cruz, Jesus estava trazendo a humanidade e Deus juntos.

Isso o que Jesus fez na cruz, ele tomou a mão de um Deus amoroso e a mão da humanidade pecadora e os uniu mais a sua cruz. E se nós aceitarmos Sua salvação, temos paz com Deus.

C. Por causa da salvação do homem. Romanos 5:9 - “Muito mais agora, sendo justificados pelo seu sangue, seremos salvos da ira por meio dele”

Ao custo grande do sangue do Salvador, derramado por nós no Calvário, fomos considerados justos por Deus.
II. Observe a realidade da cruz


A. O sofrimento da cruz foi real. João 19:16 – “Então, Pilatos o entregou para ser crucificado”

Nós vemos tanto faz de conta em nosso mundo hoje que perdemos o nosso senso de realidade. Mas eu quero que você saiba que a Cruz de Jesus foi real. Não houve dublê, nem sangue falso, nem pregos de borracha, nem cruz de papel, era tudo real.

Quando bateram na cara dele, era real. Quando eles cuspiram nele, era real. Quando eles batiam nele, era real. Quando eles pregaram os pregos nas mãos e pés era real.

Em 21 de marco de 1986, a revista da Associação Médica dos Estados Unidos, publicou uma análise clínica da morte de Jesus na cruz. Repleto de diagramas e linguagem técnica, ela pintou um retrato frio da crueldade humana. O relatório menciona picos de sete polegadas, o trabalho de insetos e pássaros nos olhos das vítimas, orelhas e nariz, perda de sangue continuada e infecção das ferida devido aos flagelo; e mutilações dolorosas do "nervo sensitivo mediano"

Os médicos escreveram que a causa da morte por crucificação são muitos fatores e varia com cada caso. As duas causas mais importantes prováveis foram: choque hipovolêmico e asfixia por exaustão. Outros fatores que poderiam ser incluídos; a desidratação, stress induzido, arritmias e insuficiência cardíaca congestiva com o acúmulo de efusão pericárdica e pleural. A linguagem do artigo é profissional, mas a mensagem é clara. A crucificação teve um efeito catastrófico sobre a respiração, o coração e o organismo em geral. Foi uma morte horrível.

João poupa o sangue, apenas mencionando o fato da crucificação de Jesus. Provavelmente porque a prova verdadeira da cruz era mais espiritual do que físico. Jesus foi feito... pecado por nós (2 Coríntios 5:21) e a ira de Deus que nós merecíamos foi derramada sobre ele: o sofrimento incompreensível!

B. A vergonha da cruz foi real. Mateus 27:35 – “Depois de o crucificarem, repartiram entre si as suas vestes, tirando a sorte”

Ele foi despido do seu manto diante de uma multidão hostil, ele levou essa vergonha diante deles.

C. A separação da cruz foi real. Mateus 27:46 – “Por volta da hora nona, clamou Jesus em alta voz, dizendo: Eli, Eli, lamá sabactâni? O que quer dizer: Deus meu, Deus meu, por que me desamparaste?”

Ele havia sido abandonado pelos líderes religiosos, por sua família, seus discípulos, por seus amigos, e agora por seu pai.

Um artista pode pintar as mãos e os pés físicos de nosso Senhor, mas ele não pode pintar o poder de cura das suas mãos e a piedosa caminhada dos seus pés. Ele pode pintar o sofrimento exterior, mas não a causa interior; a maldita árvore, mas não a maldição da lei, levando a cruz, mas não o rumo dos pecados de Seu povo, a taça de vinagre, mas não a taça da ira - o escárnio de seus inimigos e o abandono do pai.

Ele não foi abandonado por causa de seus pecados, pois ele não tinha pecado. Mas ele foi abandonado porque Ele estava levando a culpa de nossos pecados sobre si mesmo.
III. Observe os resultados da Cruz.


A. Pela cruz - Ele comprou nosso perdão. Efésios 1:7 – “Em quem temos a redenção pelo seu sangue, a remissão dos pecados, segundo as riquezas da sua graça;”

Redenção implica sempre um preço a ser pago pela liberdade que é comprada, aqui o preço é o Seu sangue. Jesus não nos redimiu por sua vida sem pecado ou de seu exemplo moral, mas apenas através de Sua morte em nosso lugar, pelo seu sangue

Um novo produto chamado "Sacos de culpa descartáveis" apareceu no mercado Norte Americano. Consiste de um conjunto de dez simples sacos marrons, em que foram impressas as seguintes instruções: "Coloque o saco com firmeza sobre a boca, respirar fundo e explodir toda a sua culpa para fora, em seguida, descartar o saco de imediato" A maravilha disso é que a Associated Press relatou que 2.500 kits foram rapidamente vendidos a $2.50 por kit. Será que podemos dispor de nossa culpa tão facilmente. Não há nada nesta terra bastante poderoso em si mesmo para eliminar nossa culpa. Nós não podemos consertar a nós mesmos, que é o que muitos de nós estamos tentando fazer. Aquilo que torna possível o ser perdoado, ser purificado, ser curado, o que torna possível nós recebermos a nossa vida de volta, fresca, limpa e nova, é o poder da graça de Deus na Cruz de Jesus Cristo.

B. Pela cruz, ele comprou a nossa Paz. Romanos 5:1 – “Justificados, pois, pela fé, temos paz com Deus por nosso Senhor Jesus Cristo”

Antes, quando sob um sentimento de culpa do pecado, não tínhamos nada, mas o terror e consternação em nossas próprias consciências, e agora, tendo nossos pecados perdoados, temos paz em nossos corações, sentindo que toda nossa culpa é tirada. Paz é geralmente o primeiro fruto de nossa justificação.

Um jovem foi até um ministro, e, em grande angústia por causa do seu estado espiritual. Ele disse ao ministro: "Senhor, você pode me dizer o que devo fazer para encontrar a paz?" O ministro respondeu: "Meu jovem, você está muito atrasado". "Oh!" disse o jovem, "você não quer dizer que eu estou muito atrasado para ser salvo?" "Oh, não", foi à resposta, "mas você está muito atrasado para fazer qualquer coisa. Jesus fez tudo o que precisava ser feito há vinte séculos.”

Conclusão: Houve uma lei em Tóquio, por volta do ano de 1900 que nenhum estrangeiro poderia estabelecer sua residência na cidade, a menos que tivesse um "substituto". Havia nativos que se ofereciam, ou eram contratados para este efeito. Caso o estrangeiro violasse qualquer lei, o substituto sofria a penalidade por isso, mesmo que a pena fosse à morte. 

Jesus, na cruz, é o nosso substituto. Ele tomou nosso lugar. Ele pagou a penalidade a nosso favor.

Pr. Aldenir Araújo

domingo, julho 28, 2013

O CAMINHO

“Entrem pela porta estreita, pois larga é a porta e amplo o caminho
que leva à perdição, e são muitos os que entram por ela.” Mateus 7:13

Jesus fala de uma porta e um caminho. A porta é como a nossa
conversão. É um momento transitório. É algo pelo qual passamos.

Depois de tomar aquela decisão, ainda há um longo caminho pela
frente. Como meus amigos nordestinos dizem 'É chão!'.

O caminho amplo e espaçoso nos chama. Nesse caminho há muita
liberdade. Dá para descansar, relaxar, se divertir.

Alguns dizem que há várias maneiras de seguir a Jesus (e agradar a
nós mesmos). É comum hoje em dia declarar que todas as religiões são
válidas. “Deus é um só”, dizem.

Mas, por aquele caminho não chegaremos à vida. Jesus não se chama “um
dos caminhos”. Jesus é “O Caminho” (João 14:6).

E este caminho é o único que leva à vida. É um caminho de abnegação e
obediência. Há perdas e privações. É por isso que ele é descrito como
"estreito".

Mas, não há só isso. É neste caminho que andamos com Jesus.
É neste caminho que começamos a enxergar cada vez mais o Pai nos
esperando adiante.
É neste caminho que descobrimos uma nova vontade nascendo em nós,
impulsionada pela presença do Espírito Santo.

Foi por este caminho que nosso Senhor andou. Para nós que realmente
conhecemos Jesus, não há outro caminho.

Continue caminhando. Não desista. Há dias cada vez melhores lhe
esperando pela frente. E não tem companheiro melhor do que Jesus ao
seu lado.

Oremos: Meu Senhor, obrigado pela sua companhia. Outra igual não há.
Peço apenas que o Senhor me alerte se eu me desviar para um lado ou
para outro. Só quero andar onde Jesus for comigo. Em nome do meu
Salvador eu oro. Amém.


Texto de:  Dennis Downing 

segunda-feira, julho 15, 2013

Um Convite à Alegria


A questão levantada pelos discípulos de João sobre os modos festivos  de Jesus e seus discípulos num tempo que eles viam como cheio de   tragédia (Mateus 9; Marcos 2; Lucas 5) mais tarde apareceu numa inquirição queixosa do próprio prisioneiro João: "És tu aquele que estava para vir ou havemos de esperar outro?" (Mateus 11:3). Era o grito ansioso de alguém cujos sofrimentos tinham-no aparentemente feito duvidar por um momento do próprio Rei e do reino que ele próprio tinha proclamado. Depois de responder a pergunta de João, Jesus falou de sua incomparável grandeza à multidão reunida e então repreendeu-a, observando que eram pessoas como crianças teimosas em seus jogos, que se recusavam a brincar de casamento ou de funeral (Mateus 11:16-19). João tinha vindo jejuando e vivendo isolado e eles tinham dito que ele era possuído por um demônio. Jesus veio festejando e vivendo livremente entre eles, e tinham se queixado que ele era glutão e comparsa de pecadores!

É inquestionável que Jesus identificava sua missão e sua mensagem como sendo de alegria. Ele é o verdadeiro noivo que nos convidou para uma festa de casamento. Ele veio trazer paz aos perturbados, perdão para os culpados, alegria para os abatidos, liberdade para os escravizados (Isaías 61:1-3). A mensagem e o jejum de João e seus discípulos tinham sido inteiramente apropriados a tempo -- e ainda é -- quando homens e mulheres, em sua teimosia e orgulho, precisam arrepender-se e humilhar-se diante de um santo e justo Deus. Mas não faz sentido para aqueles que se arrependeram em profundo remorso continuar o funeral quando "... o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo" chegou (João 1:29).

É irônico que foi o próprio João Batista que antes tinha dito, "Eu não sou o Cristo.... o amigo do noivo que está presente e o ouve muito se regozija por causa da voz do noivo. Pois esta alegria já se cumpriu em mim. Convém que ele cresça e que eu diminua" (João 3:28-30). Por que estavam os discípulos deste próprio João jejuando e lastimando? Porque ainda não tinham crido que Jesus era o Cristo de Deus. Em suas mentes duvidosas, o "noivo" ainda não estava com eles. Diferindo do seu mestre, ainda não tinham chegado a saber e regozijar nele.

Ainda há pessoas que têm dificuldade para passar de João a Jesus. É certamente verdade quanto aos membros do partido "Batista", que defendem seu nome e espírito sectário apelando para João Batista, ao invés de Cristo. Pode ter sido uma vez apropriado ser um discípulo do Batista mas, agora que o próprio Filho de Deus veio, isso é totalmente sem justificação (Atos 19:1-5). João teria sido o primeiro a reprová-lo. Atos 11:26 diz: "foram os discípulos... chamados cristãos".

O mesmo é verdade quanto a todos os que reverenciam homens que falam de Cristo, acima do próprio Cristo. Não há, absolutamente, nenhuma defesa para homens alegremente chamando-se luteranos ou wesleyanos, e outras coisas, ou, mais sutilmente, tranqüilamente estimando pregadores contemporâneos e seus julgamentos acima da pessoa e vontade de Deus. "Aquele que se gloria, glorie-se no Senhor" (1 Coríntios 1:31; veja 1:11-13).

Mas há um problema, ainda mais fundamental, abordado na resposta de Jesus aos discípulos de João. Jesus disse que estar com ele era ter alegria. Contudo, há cristãos que aceitaram o convite para a festa de casamento do Senhor, mas parece que não estão querendo sair da marcha fúnebre. Eles parecem determinados a viver em perpétua aflição e desespero pelas suas imperfeições e fracassos. O convite do Senhor para comemorar e exultar em sua misericórdia certamente não é chamar para viver com ocasional indiferença pelo pecado, nem é também um chamado para um perpétuo bater nos peitos, uma vez que nos arrependemos e buscamos seu magnânimo amor.

Não é adequado que cristãos vivam na presença do próprio Senhor como povo derrotado e desesperado. Tal comportamento se torna uma injúria contra sua benignidade.

Não é adequado também que o povo de Deus tenha que servi-lo como "escravos indo açoitados para o seu calabouço", cumprindo seu serviço a Ele como um dever oneroso e opressivo. Tal conduta é uma difamação de sua graça, uma acusação que desonra seu amor. Para viver verdadeiramente na feliz companhia do Filho de Deus terá de saber que seu jugo é suave e seu fardo é leve (Mateus 11:30).

Pode não ser possível, na verdade, dominar uma emoção, mas é possível decidir olhar sinceramente para as grandes verdades sobre Deus que, se assim fizermos, nos trarão alegria inevitável. Assim Paulo diz aos filipenses, "Alegrai-vos sempre no Senhor; outra vez digo: alegrai-vos" (Filipenses 4:4). Simplesmente, não é certo para os cristãos estarem perpetuamente tristes e desconsolados, quaisquer que sejam suas cargas. Paulo está certo em dizer que há bastante alegria em Cristo para suplantar completamente todas as nossas tristezas. Como o próprio nosso Senhor disse, há algumas coisas que justamente não são adequadas quando estamos vivendo na amável companhia do Rei do universo.

| Autor: Paul EarnhartAinda há pessoas que têm dificuldade para passar de João a Jesus. É certamente verdade quanto aos membros do partido "Batista", que defendem seu nome e espírito sectário apelando para João Batista, ao invés de Cristo. Pode ter sido uma vez apropriado ser um discípulo do Batista mas, agora que o próprio Filho de Deus veio, isso é totalmente sem justificação (Atos 19:1-5). João teria sido o primeiro a reprová-lo. Atos 11:26 diz: "foram os discípulos... chamados cristãos".

O mesmo é verdade quanto a todos os que reverenciam homens que falam de Cristo, acima do próprio Cristo. Não há, absolutamente, nenhuma defesa para homens alegremente chamando-se luteranos ou wesleyanos, e outras coisas, ou, mais sutilmente, tranqüilamente estimando pregadores contemporâneos e seus julgamentos acima da pessoa e vontade de Deus. "Aquele que se gloria, glorie-se no Senhor" (1 Coríntios 1:31; veja 1:11-13).

Mas há um problema, ainda mais fundamental, abordado na resposta de Jesus aos discípulos de João. Jesus disse que estar com ele era ter alegria. Contudo, há cristãos que aceitaram o convite para a festa de casamento do Senhor, mas parece que não estão querendo sair da marcha fúnebre. Eles parecem determinados a viver em perpétua aflição e desespero pelas suas imperfeições e fracassos. O convite do Senhor para comemorar e exultar em sua misericórdia certamente não é chamar para viver com ocasional indiferença pelo pecado, nem é também um chamado para um perpétuo bater nos peitos, uma vez que nos arrependemos e buscamos seu magnânimo amor.

Não é adequado que cristãos vivam na presença do próprio Senhor como povo derrotado e desesperado. Tal comportamento se torna uma injúria contra sua benignidade.

Não é adequado também que o povo de Deus tenha que servi-lo como "escravos indo açoitados para o seu calabouço", cumprindo seu serviço a Ele como um dever oneroso e opressivo. Tal conduta é uma difamação de sua graça, uma acusação que desonra seu amor. Para viver verdadeiramente na feliz companhia do Filho de Deus terá de saber que seu jugo é suave e seu fardo é leve (Mateus 11:30).

Pode não ser possível, na verdade, dominar uma emoção, mas é possível decidir olhar sinceramente para as grandes verdades sobre Deus que, se assim fizermos, nos trarão alegria inevitável. Assim Paulo diz aos filipenses, "Alegrai-vos sempre no Senhor; outra vez digo: alegrai-vos" (Filipenses 4:4). Simplesmente, não é certo para os cristãos estarem perpetuamente tristes e desconsolados, quaisquer que sejam suas cargas. Paulo está certo em dizer que há bastante alegria em Cristo para suplantar completamente todas as nossas tristezas. Como o próprio nosso Senhor disse, há algumas coisas que justamente não são adequadas quando estamos vivendo na amável companhia do Rei do universo.

 Autor: Paul Earnhart

O MEU TEMPO ESTÁ PRÓXIMO


No primeiro dia da festa dos pães sem fermento, os discípulos
dirigiram-se a Jesus e lhe perguntaram: “Onde queres que preparemos a
refeição da Páscoa?” Ele respondeu dizendo que entrassem na cidade,
procurassem um certo homem e lhe dissessem: “O Mestre diz: O meu
tempo está próximo. Vou celebrar a Páscoa com meus discípulos em sua
casa”. Os discípulos fizeram como Jesus os havia instruído e
prepararam a Páscoa. - Mateus 26:18


“O meu tempo está próximo”, Jesus disse.

Não era seu tempo de ser reconhecido, e sim, rejeitado.
Não era seu tempo de ser honrado, mas, humilhado.
Não era seu tempo de ganhar, e sim, perder.
Tudo. Amigos. Família. Força. Roupa. Vida.

Não sabemos o que nos espera amanhã ou no mês que vem. Podem ser
novidades agradáveis ou pode ser conflito, sofrimento ou perda.
Embora Jesus merecia o melhor, ele encarou sua hora de injustiça e
humilhação com a confiança de que Deus está em controle.

O Filho de Deus se preparou para celebrar a Páscoa, embora sabia que
ele mesmo seria o próprio cordeiro a ser sacrificado.

Seja qual for sua situação hoje ou amanhã, se você confia que Deus
pode salvar sua alma, confie também que ele sabe cuidar das
circunstâncias da sua vida, seja quais elas forem.


Luciana Leal começa a vivenciar o poder da graça divina

Nossa grande tentação é acrescentar à nossa vida cristã práticas religiosas que consideramos sensatas. Só que Paulo discorda de nós: “Como é que vocês podem ter tão pouco juízo? Vocês começaram a sua vida cristã pelo poder do Espírito de Deus e agora querem ir até o fim pelas suas próprias forças.” (Gálatas 3:3).

As leis humanas e a Lei Mosaica têm origem na justiça divina. O objetivo delas é propiciar valores justos e saudáveis nas relações sociais. As leis, todavia, não nos capacitam para a sua obediência – além de descrever aquilo que é certo, o máximo que as leis oferecem é sanções, punições, quando não as obedecemos. O apóstolo Paulo, grande doutor da Lei, descobriu que a função da Lei é nos ensinar sobre Cristo. Foi Cristo Jesus o único que “cumpriu” completamente a Lei. E, em assim fazendo, nos libertou do cativo legal. Quem aceita Cristo, diz Paulo, começa a vivenciar o poder da graça divina, com a vida cristã.

Para muitos de nós, entretanto, viver sob a disciplina da soberania de Cristo começa a virar simples rotina religiosa. E, por causa da sua dimensão “religiosa”, ela se mistura com os conceitos e as práticas humanas. Os gálatas fizeram isso e se deram mal. Quanto a nós, todas as vezes que fizermos isso, nos daremos mal. Eis o conselho de Paulo: “lembrem-se do começo de sua vida cristã, baseada no poder do Espírito de Deus. Continuem no mesmo poder e vocês não sofrerão as fraquezas das sua próprias forças”.

quarta-feira, julho 10, 2013

Como Ser um Refúgio Para Seus Filhos


No temor do SENHOR, há firme confiança, e ele será um refúgio para seus filhos. (Provérbios 14:26)


Se o Papai estiver amedrontado, para onde se voltarão os pequeninos? Papais deveriam ser seguros. Eles deveriam saber o que fazer, como resolver problemas, consertar as coisas e, sobretudo, proteger seus filhos do mal. Mas o que ocorre se uma criança vê o medo na face de seu Papai? E se o Papai estiver tão assustado quanto a criança e não souber o que fazer?


 Neste caso, a criança fica totalmente perturbada e se apavora. Ela sente que o único lugar firme, bom e confiável de refúgio não é mais seguro.
Mas se o Papai é confiante, a criança tem um refúgio. Se o Papai não está entrando em pânico, mas está calmo e firme, todos os muros podem vir abaixo, todas as ondas podem quebrar, todas as serpentes podem sibilar e os leões, rugir; mas os braços de seu Papai ainda serão um lugar seguro. O Papai é um refúgio, contanto que seja um Papai confiante.

É por isto que Provérbios 14:26 diz que "ele será um refúgio para seus filhos", se o Papai possuir uma "firme confiança." A confiança do Papai é o refúgio de seus filhos. Pais, a batalha para ser confiante não é apenas sobre nós, mas sobre a segurança de nossos filhos. É sobre o senso de segurança e felicidade deles. É sobre eles crescerem aflitos ou firmes na fé. Até que as crianças possam conhecer a Deus de uma forma profundamente pessoal, nós somos a imagem e a personificação de Deus em suas vidas. Se formos confiantes, confiáveis e seguros para eles, eles serão muito mais inclinados a apegar-se a Deus como seu refúgio quando, mais tarde, as tempestades lhes sobrevierem.

Então, como nós devemos obter esta "firme confiança"? Afinal, nós também somos pequeninos, somos vasos de barro, fracos, quebrantados, lutando contra dúvidas e ansiedades. Será que a solução é fazer nossa melhor encenação e esconder o que somos verdadeiramente? Isto nos levará às úlceras, no melhor dos casos, e, no pior, ao duplo erro de desonrar a Deus e rejeitar nossos adolescentes. Esta não é a resposta.

Provérbios 14:26 nos dá outra resposta: "No temor do SENHOR, há firme confiança". Isto é bastante estranho. Diz que a solução para o temor é o temor. A solução para a timidez é o temor. A solução para a incerteza é o temor. A solução para as dúvidas é o temor. Como pode ser isto?

Parte da resposta é que o "temor do Senhor" significa ter medo de desonrar ao Senhor; o que significa ter medo de duvidar do Senhor. Que significa ter medo de temer qualquer coisa que o Senhor tenha prometido te ajudar a superar. Em outras palavras, o temor do Senhor é o grande destruidor de temores.
Se Deus diz, "Não temas, porque eu sou contigo; não te assombres, porque eu sou o teu Deus; eu te fortaleço, e te ajudo," (Isaías 41:10), então, coisa temível é se preocupar com o problema no qual ele disse que irá te ajudar. Temer o problema quando ele diz, "Não temas, eu te ajudo" é um voto de desconfiança contra a palavra de Deus, e isto é uma grande ofensa a Deus. E o temor ao Senhor, ao contrário, faz qualquer um estremecer ante tal ofensa a Deus.

Se o Senhor diz, "de maneira alguma te deixarei, nunca jamais te abandonarei," então você pode dizer confiantemente "O Senhor é o meu auxílio, não temerei; que me poderá fazer o homem?" (Hebreus 13:5-6). Se o Senhor te diz isso, então não confiar na presença e auxílio prometidos pelo Senhor é uma espécie de orgulho. Isto coloca o nosso parecer do problema acima do parecer de Deus. É por isto que lemos as maravilhosas palavras do Senhor em Isaías 51:12: "Eu, eu sou aquele que vos consola; quem, pois, és tu, para que temas o homem, que é mortal, ou o filho do homem, que não passa de erva?". Quem é você para temer os homens, quando Deus prometeu ajudá-lo? Assim, temer o homem é orgulho. E o orgulho é o extremo oposto do temor de Deus.

Então, sim, o Provérbio é verdadeiro e nos é de grande ajuda. Temam a Deus, pais. Temam a Deus. Temam desonrá-lo. Temam duvidar dele. Temam colocar a sua avaliação do problema acima da dele. Ele diz que pode ajudar. Ele é mais inteligente. Ele é mais forte. Ele é mais generoso. Confie nele. Tema não confiar nele.

Por quê? Ele trabalha para aquele que nele espera (Isaías 64:4). Ele resolverá o problema. Ele socorrerá a família. Ele cuidará dos pequeninos. Ele satisfará as suas necessidades. Tema não crer nisso. E, então, seus filhos terão um refúgio. Eles terão um Pai que "tem firme confiança" - não em si mesmo, mas nas promessas de Deus, nas quais ele estremece de não confiar.

Aprendendo a temer ao Senhor para o bem dos meus filhos,

Pastor John

quinta-feira, julho 04, 2013

Um encontro com a glória

E, indo no caminho, aconteceu que, chegando perto de Damasco, subitamente o cercou um resplendor de luz do céu. 
 Atos dos Apóstolos 9:3 
Não existe nada mais eficaz para transformar um ser humano do que um encontro com a glória do Senhor.Sempre que uma pessoa entra em contato com ela, será poderosamente transformado e jamais será a mesma. Assim foi com Paulo.

Todos sabemos que antes de ser o maior apóstolo da Igreja, Paulo foi um grande perseguidor da Igreja. Ainda com o nome de Saulo, ele consentiu na morte de cristãos e os perseguiu ferozmente. Mas este camarada fazia parte dos propósitos soberanos de Deus. E o Todo Poderoso teve um impactante encontro com ele no caminho para Damasco. Ali, transformado completamente pela glória de Deus, o perseguidor se tornou ministro, o mais importante ministro da história da Igreja.

Quando a glória de Deus se manifesta, Saulo vira Paulo. Quem tem ouvidos para ouvir, ouça!


  Texto de: Pastor Sérgio Fernandes

terça-feira, julho 02, 2013

De glória em glória


Um dos benefícios da salvação é a nossa santificação pessoal. Este ato sobrenatural é resultado de nossa união com Cristo, da assimilação das verdades eternas do evangelho e da presença do Espírito Santo em nós. Paulo fala desta obra divina na segunda carta aos Coríntios, ao afirmar que somos transformados de glória em glória, a semelhança do Senhor.

 O evangelho produz salvação imediata, instantânea e sobrenatural, mas os efeitos da santificação são sentidos aos poucos. Em algumas áreas, a santificação ocorre de forma mais rápída, em outras, mais lenta, mas temos a convicção de que aquele que em nós começou a boa obra não vai parar (Fp 1.6).

 Talvez você sinta, como eu, que ainda há muita coisa em sua vida que precisa de transformação. Não se deixe abater com isso, pois o que começou a boa obra em você é fiel e irá terminá-la!

Texto de:  Pastor Sérgio Fernandes